Ontem foi dia de dormir tarde e assistir o Oscar. Há alguns anos eu tinha desistido da festa, mas ontem resolvi que este era o ano de assistir. Mesmo sem ter visto o filme, queria que Sandra Bullock ganhasse. Por que ela é uma grande atriz? Não! Mas porque eu acho super bacana quando artistas esteriotipados (no caso, ela é a namoradinha das comédias românticas) são reconhecidos de outra maneira. Outro grande motivo é o dela ter sido a vencedora(?) de pior atriz no Framboesa de Ouro na noite anterior e ter aceito o prêmio (veja).
Quanto aos vencedores em geral, parabéns para Preciosa. E só. Pena que Amor Sem Escalas não teve chances. Pelo menos valeu a presença de Clooney, que não precisa abrir a boca pra ser hilário. Ainda preciso assistir muitos dos filmes, mas ainda não tenho vontade alguma de ver Guerra Ao Terror. Todos recomendam que não. No entanto é o máximo uma mulher levar o prêmio, principalmente se é pra derrubar James Cameron. Nada contra Avatar, até que é interessante, apenas é um filme de efeitos especiais e isso não o torna o filme do ano.
Tributo a John Hughes: Jon Cryer, Anthony Michael Hall, Judd Nelson, Macaulay Culkin, Matthew Broderick, Molly Ringwald e Ally Sheedy
Steve Martin e Alec Baldwin são ótimos, mas pouco aproveitados. O momento máximo da noite, para mim, foi a homenagem a John Hughes. Sensacional a reunião daqueles atores dos filmes que fizeram parte da minha infância, adolescência e vida adulta, já que eu os assisto até hoje. O clip de filmes de terror também foi muito bacana, com várias inserções de Pânico (só assim para ver Courteney Cox no Oscar). James Taylor cantando no momento In Memoriam foi interessante, mesmo sendo imperdoável a ausência de Farrah Fawcett na lista. O grupo de dança que se apresentou num medley com as trilhas indicadas também merece um destaque entre as coisas mais legais da festa. Vale lembrar dos dois "Geeeeentchy!" que Rubens Ewald Filho soltou na tradução simultânea. Cuidado, assim você se entrega! De resto, mais do mesmo e eu não esperava muito mais que isso. Fui pra cama, li uma revista e dormi.
Ainda mais com novíssimas de duas grandes bandas dos anos 90, the best years.
Smashing Pumpkins liberou A Stitch In Time, uma faixa impecável e calminha. Esta é a terceira de 44 músicas preparadas para o projeto Teargarden by Kaleidyscope, que será lançado aos poucos pela internet. O formato físico se dará por 11 EPs limitados, com 4 faixas cada. Coisa para colecionador mesmo.
Já o Hole está de volta depois de 11 anos do já clássico Celebrity Skin. Depois de uma tentativa solo, Courtney Love volta com a banda que a lançou para o estrelato. Como amostra do novo álbum Nobody's Daughter, foi disponibilizada Skinny Little Bitch para download gratuito apenas hoje. A música mostra o lado pesadão da banda e deixa aquele gostinho de quero mais para o CD completo que tem lançamento previsto para o final de abril.
Passou o carnaval, o que é bom e ruim. Bom porque passou a fase de fotos atualizadas (no orkut, flickers e afins) com fantasias e abadás. Como twittei, abomino abadás. Ruim porque é um feriado longo, ótimo para descansar e isso faz falta. Foi o que fiz e foi maravilhoso. Quero mais feriados.
Estou me fudendo com shows. Sai caro gostar de música. Março já garanti Coldplay, The Gossip, Franz Ferdinand e Nelly Furtado (vip!). Agora abril já tem Moby, Placebo e Skol Sensation pra comprar. E na torcida pra Lady Gaga, que agora tá parecendo de verdade.
Ontem exibiram o É Tudo Improviso que fui na gravação. Meu BFF é diretor assistente, então fui lá prestigiar. O que dói é ver a careca em vista aérea. Como brilha! Sempre que passavam por cima de mim mostrava aquele brilho extra... Às vezes sinto saudades de quando tinha cabelo. Na época que tinha, eu achava meu cabelo uma bosta. Hoje penso em várias opções do que poderia fazer com ele se o tivesse. Deve ser verdade mesmo que a gente só dá valor à algo quando o perde.
No trabalho divido o tempo entre tédio/ócio e a correria/"tem que ser pra hoje". Nem sei o que é pior. O fato é que achamos um concorrente que vem quebrando nossas pernas e precisamos de um plano de ação. Talvez esse seja o maior desafio de 2010.
Quero ir no cinema. Hoje pretendo ver Nine, que dizem ser ruim, mas quero ver mesmo assim. I'm a sucker for musicals. Estou desatualizado e tem muitos filmes na fila. Os últimos que assisti foram os excepcionais e altamente recomendáveis, Amor Sem Escalas, Onde Vivem Os Montros? e Zumbilândia. Em DVD assisti Pegar Ou Largar com a Jennifer Garner, que é fofo, ok. Valeram meus 5r$.
Preciso ver Lost, só vi a primeira parte do primeiro da nova temporada. Preciso baixar os últimos Cougar Town e Modern Family. Quero Glee de volta! Quero, quero, quero! Domingo assisti o piloto na Fox só pra matar saudade e ver como são toscas as dublagens. Embora tenha voltado para o idioma original nos primeiros dez minutos.
Hoje saiu o clip novo do Skank, que tá muito bonitinho. Hoje em dia, os clipes estão cada vez mais direcionados aos YouTube da vida. Por isso, ideias simples e bem realizadas como essa, são mais comuns que super produções de outrora.
Mas eu gostava de clipes grandiosos. Eu gostava de gostar da MTV. Eu gostava de tempo livre. Eu amava os anos 90 e sinto falta deles. Tanto do que rolava na época, quanto o que eu vivia. Não troco algumas coisas de hoje por nada, mas seria bom um meio termo.
E eu ainda gosto de CDs. Gosto de rasgar o plástico, folhear o encarte, xingar quando não tem as letras lá, elogiar ou malhar o designer, ver quem compôs as músicas, quem tocou, quem são os agradecidos pela banda. É um processo delicioso. Por isso parabenizo a Sony Music que vem lançando títulos à preços acessíveis, na faixa dos 19,90r$. Dependendo do site, até menos que isso. Pode procurar os novos de John Mayer, Shakira, Sade, Whitney Houston e os dois volumes da trilha sonora de Glee. Seria muito bom se todas as gravadoras seguissem esse exemplo e colocassem seus lançamentos nas prateleiras por um preço justo. CDs deveriam custar entre 15 e 25 reais, e ponto. O da Sade eu nem me dei o trabalho de baixar antes, comprei logo o original, que é maravilhoso, como tudo o que ela faz.
Quanto ao BBB, acompanho mais pelo twitter e pela Folha Ilustrada online do que na TV mesmo. Não acompanhava desde a segunda edição, mas confesso que essa tem um poder maior sob mim do que as outras. Sei lá, talvez pelo grande tom de separatismo que tem lá dentro. Talvez pelo acerto nos personagens. Não sei. O fato é que tá difícil se esquivar do assunto. Afirmações como "hetero não pega Aids", entre outras, deixam qualquer ser humano com um mínimo de informação perplexo. Dourado é uma vergonha à humanidade. Mas pior que isso, é ele ser endossado pelo país inteiro. Mais que vergonha, é assustador um homofóbico ter tanta simpatia. Medo de viver nesse mundo.
Recebi por e-mail um daqueles testes japoneses que te dizem algo que você não sabe (ahn?). Provavelmente inútil e possivelmente mentira. Anyways, irresistível. Veja sua idade mental através de um joguinho. A minha deu 35 na primeira tentativa e 28 na segunda. Envelheci e rejuvenesci em questão de 5 minutos, haha. Copiando e colando:
Este jogo (teste) japonês vai mostrar se seu cérebro é mais jovem ou mais velho do que o resto do seu corpo. Como jogar:
1. Clique no site abaixo; 2. Quando abrir a página, tecle 'start'; 3. Aguarde pelo 3, 2, 1; 4. Memorize a posição dos números e clique nos círculos, sempre do menor para o maior número, começando pelo ZERO, se ele estiver presente; 5. No final do jogo, o computador vai dizer a idade do seu cérebro.