Confortáveis, cômodas ou inoportunas, as frases feitas estão aí para serem utilizadas. Existem centenas delas e são usadas diariamente. Às vezes elas são tudo o que queremos ouvir, em outros casos elas só incomodam.
Ontem fui ao velório da avó de uma grande amiga. É uma ocasião triste, difícil e nada do que for dito pode consolar. Quem precisa ser confortado só precisa da companhia das pessoas que o amam e não de frases como "foi melhor assim", "estava sofrendo muito" ou "Deus sabe o que faz".
Ai, ai... Deus! Campeão absoluto das frases feitas. "Deus quis", "Deus sabe", "Graças a Deus". Se Deus quiser um dia eu páro de ouvir o que Ele quer por terceiros! Eu não sou de ficar pedindo a Deus tudo o que quero e nem acredito que Ele seja o mandante de tudo o que acontece. Se foi bom, é Deus, aleluia! Se é ruim, Deus o fez porque precisamos passar por uma prova. Pô, Deus! Seria Ele um grande sábio ou um grande sacana? Só Deus sabe...
Existem frases confortantes, como "o importante é você ser feliz". O significado oculto desta é: "vai lá, se fode, acaba com tua vida, mas se você é feliz, foda-se, só me tira dessa".
Algumas são boas pra puxar assunto, como as metereológicas: "tá frio, né?", "esse tempo tá maluco"; as de família: "como você cresceu", "eu já te peguei no colo"; outras já nos ajudam a sair pela tangente, como: "estou entupido de trabalho", "amanhã a gente vê isso", "eu te ligo".
Independente de serem boas ou ruins, as frases feitas nos ajudam em momentos desconfortáveis, com os outros ou com a gente mesmo. Por isso todo mundo usa. Eu uso.
play>> Ace Of Base - Greatest Hits Remixes
sexta-feira, 3 de abril de 2009
domingo, 29 de março de 2009
Março é o novo Novembro
Se no ano passado o grande mês dos shows foi novembro, tirando a Madonna que foi em dezembro, esse ano já começou bem com alguns ótimos shows em março. Na verdade revisitas, exceto o Radiohead.
Simply Red (3/3)
Logo no começo do mês foi a vez do ruivo com sua banda que muda de acordo com seu humor. Show saudosista, comemorando 25 anos de carreira. Foi muito bom, um hit atrás do outro. Nada como um show greatest hits para lavar a alma, cantar junto e perceber como você tá realmente ficando velho. Tipo, caralho, Stars tem uns 18 anos!

Keane (10/3)
Segunda vez por aqui, agora com a turnê de Perfect Symmetry. Com menos aparatos visuais, leia-se produção mais pobrinha, o Keane mandou muito bem misturando hits com músicas novas. O vocalista tem um carisma impressionante e envolve a plateia. Show muito especial.

Fernanda Abreu (20 e 21/3)
Dessa vez a garota carioca voltou a São Paulo com um show semi acústico, na série Influências do Sesc. Como sou fã, bom, muuuuito fã, fui em duas das três apresentações. Entre as canções que não costumam aparecer em seu repertório ouvimos Balancê da cantora portuguesa Sara Tavares, Got To Be Real de Cheryl Lynn e Rock With You do rei do pop Michael Jackson, que Fernanda brincou ser um dos caras que ela não conseguiu pegar.

FA e Heu, tietando, depois do show de sexta, 20
Just a Fest: Kraftwerk e Radiohead (22/3)
Infelizmente cheguei tarde e perdi os Los Hermanos. Eita lugarzinho longe e difícil! Cheguei já para os vovôs do Kraftwerk. Os caras, mesmo com as restrições por ser um show de abertura, mandaram muito bem. Boa parte dos clássicos estavam lá, embora senti muita falta de Pocket Calculator (que chegou a entrar no telão, mas tiraram rapidinho, ooops!). Esse foi o segundo show deles que fui, o primeiro foi no saudoso Free Jazz Festival, em 1998.
Logo após entrou o Radiohead, a maior banda indie do mundo. Existe isso de uma banda ser indie e grande ao mesmo tempo? Sei lá... mas parece que sim. Afinal, o som do Radiohead não é tão fácil e mesmo assim 30 mil pessoas apenas em SP se mobilizaram para vê-los, no cu do mundo, diga-se de passagem. O show em si foi transcedental, muito marmanjo chorou. Tudo e mais um pouco do que eu esperava. Quer dizer, faltar música sempre falta, mesmo numa apresentação com 26. O momento mais marcante foi ao final de Paranoid Android, onde o público continuou a cantar após o término da música. Se não bastasse entra Fake Plastic Trees na sequência! Tipo, se entrasse No Surprises (a minha favorita, que só rolou no Rio), eu teria uma síncope.
A-Ha (25/3)
Os noruegueses vieram em apresentação com direito a telão gigante ao fundo, muitas luzes, muitos hits, mas também muitas músicas novas. Isso quebrou um pouco o show, porque digamos, que o som atual do A-Ha é idêntico ao que eles faziam nos anos 80, ou seja, irrelevante no cenário atual. Antes fosse um show greatest hits como o do Simply Red. Mas não me levem a mal, o show foi muito bom, com destaque para Crying In The Rain e Stay On These Roads, que não era minha favorita, mas virou. Senti falta de You Are The One, Touchy, Move To Memphis, Lifelines e Dark Is The Night For All, minha favorita até então.
Marcelo Camelo (26/3)
Se no Just a Fest eu perdi os Hermanos, no Sesc Pinheiros eu tive a chance de ver bem baratinho o show completo do Camelo. Showzaço, com a empolgação do público digna das "apresentações/cultos" dos Los Hermamos. Claro que em Janta fica a sensação de "quando será que a Mallu vai entrar?", sensação que perdura boa parte do show. Já tinha visto esse show no Tim Festival, mas dessa vez foi beeeeeeeem melhor. É impressão minha ou ele é mesmo muito tímido?
Ótimo mês! Que venham outros.
E pelo jeito virão... próximos: The B-52's, Oasis e a festa Sensation, neste sábado.
play>> New Order - World (Price Of Love)
Simply Red (3/3)
Logo no começo do mês foi a vez do ruivo com sua banda que muda de acordo com seu humor. Show saudosista, comemorando 25 anos de carreira. Foi muito bom, um hit atrás do outro. Nada como um show greatest hits para lavar a alma, cantar junto e perceber como você tá realmente ficando velho. Tipo, caralho, Stars tem uns 18 anos!

Keane (10/3)
Segunda vez por aqui, agora com a turnê de Perfect Symmetry. Com menos aparatos visuais, leia-se produção mais pobrinha, o Keane mandou muito bem misturando hits com músicas novas. O vocalista tem um carisma impressionante e envolve a plateia. Show muito especial.

Fernanda Abreu (20 e 21/3)
Dessa vez a garota carioca voltou a São Paulo com um show semi acústico, na série Influências do Sesc. Como sou fã, bom, muuuuito fã, fui em duas das três apresentações. Entre as canções que não costumam aparecer em seu repertório ouvimos Balancê da cantora portuguesa Sara Tavares, Got To Be Real de Cheryl Lynn e Rock With You do rei do pop Michael Jackson, que Fernanda brincou ser um dos caras que ela não conseguiu pegar.

FA e Heu, tietando, depois do show de sexta, 20
Just a Fest: Kraftwerk e Radiohead (22/3)Infelizmente cheguei tarde e perdi os Los Hermanos. Eita lugarzinho longe e difícil! Cheguei já para os vovôs do Kraftwerk. Os caras, mesmo com as restrições por ser um show de abertura, mandaram muito bem. Boa parte dos clássicos estavam lá, embora senti muita falta de Pocket Calculator (que chegou a entrar no telão, mas tiraram rapidinho, ooops!). Esse foi o segundo show deles que fui, o primeiro foi no saudoso Free Jazz Festival, em 1998.
Logo após entrou o Radiohead, a maior banda indie do mundo. Existe isso de uma banda ser indie e grande ao mesmo tempo? Sei lá... mas parece que sim. Afinal, o som do Radiohead não é tão fácil e mesmo assim 30 mil pessoas apenas em SP se mobilizaram para vê-los, no cu do mundo, diga-se de passagem. O show em si foi transcedental, muito marmanjo chorou. Tudo e mais um pouco do que eu esperava. Quer dizer, faltar música sempre falta, mesmo numa apresentação com 26. O momento mais marcante foi ao final de Paranoid Android, onde o público continuou a cantar após o término da música. Se não bastasse entra Fake Plastic Trees na sequência! Tipo, se entrasse No Surprises (a minha favorita, que só rolou no Rio), eu teria uma síncope.
Os noruegueses vieram em apresentação com direito a telão gigante ao fundo, muitas luzes, muitos hits, mas também muitas músicas novas. Isso quebrou um pouco o show, porque digamos, que o som atual do A-Ha é idêntico ao que eles faziam nos anos 80, ou seja, irrelevante no cenário atual. Antes fosse um show greatest hits como o do Simply Red. Mas não me levem a mal, o show foi muito bom, com destaque para Crying In The Rain e Stay On These Roads, que não era minha favorita, mas virou. Senti falta de You Are The One, Touchy, Move To Memphis, Lifelines e Dark Is The Night For All, minha favorita até então.
Marcelo Camelo (26/3)Se no Just a Fest eu perdi os Hermanos, no Sesc Pinheiros eu tive a chance de ver bem baratinho o show completo do Camelo. Showzaço, com a empolgação do público digna das "apresentações/cultos" dos Los Hermamos. Claro que em Janta fica a sensação de "quando será que a Mallu vai entrar?", sensação que perdura boa parte do show. Já tinha visto esse show no Tim Festival, mas dessa vez foi beeeeeeeem melhor. É impressão minha ou ele é mesmo muito tímido?
Ótimo mês! Que venham outros.
E pelo jeito virão... próximos: The B-52's, Oasis e a festa Sensation, neste sábado.
play>> New Order - World (Price Of Love)
Britney e Ricky vs. metaleiros e hip-hopeiros (?!)
Essa vai roubada do papelpop, blog que merece sempre uma visita.
A ideia é a de que todo mundo gosta de ao menos uma música de Britney Spears, inclusive os metaleiros; ou no caso de Ricky Martin, os hiphoperos, como diz a propaganda. Vídeos sensacionais!
Womanizer
Vuelve
Mensagem subliminar: todo gordinho é suspeito.
A ideia é a de que todo mundo gosta de ao menos uma música de Britney Spears, inclusive os metaleiros; ou no caso de Ricky Martin, os hiphoperos, como diz a propaganda. Vídeos sensacionais!
Womanizer
Vuelve
Mensagem subliminar: todo gordinho é suspeito.
sexta-feira, 27 de março de 2009
De dar medo...
Susana Vieira, 65 ou 66 anos, assumiu namoro com rapaz de 25 anos. Normal, a véia renova o espírito catando minos nas boates. O rapaz, nada bobo, já está fazendo curso de interpretação. Será que ele precisa fingir alguma coisa? Gasp!
Xuxa já sabe que seu reinado já era. Talvez por isso tenha perguntado à uma sexóloga no programa Altas Horas se era normal ela ter sempre orgasmos múltiplos. Ah, Xuxa safadeenha! Courteney Cox (não tem mais Arquette, né?) foi flagrada pelos paparazzi mostrando suas celulites. Ah vá, deixa a coitada! E que venha a série nova, Cougar Town. E que desta vez ela acerte!

play>> Britney Spears - Do Somethin'
quinta-feira, 19 de março de 2009
Nova do Placebo
I I I will battle for the sun sun sun
And I I I I won't stop until I'm done done done
You you you are getting in the way way way
And I I I I have nothing left to say say say
I I I I I will brush off all the dirt dirt dirt dirt
And I I I I I will pretend it didn't hurt hurt hurt hurt
You you you you
You are a black and heavy weight weight weight weight
And I I I I I will not participate-pate-pate-pate-pate
Dream brother my killer my lover
Dream brother my killer my lover
I I I will battle for the sun sun sun sun
Cause I I I
I have starred down the barrel of the gun gun gun gun gun
No fun!
You you you you you
You are a cheap and nasty fake fake fake fake
And I I I I I am the bones you couldn't break break break break
Dream brother my killer my lover
Dream brother my killer my lover
Dream brother my killer my lover
Dream brother my killer my lover
Dream brother my killer my lover
Dream brother my killer my lover
I I I will battle for the sun
play>> Placebo - Battle For The Sun
segunda-feira, 16 de março de 2009
Fim da comunidade Discografias no Orkut
Depois de muitas ameaças da APCM (Associação Anti Pirataria Cinema e Música), chegou ao fim a melhor comunidade do Orkut, a Discografias. Nela os usuários buscavam álbuns inteiros e raridades de artistas de todos os estilos imagináveis, de Beatles a Mara Maravilha. Deixando mais de 920 mil órfãos, o encerramento da comunidade não combate em nada a pirataria, até porque esta não tinha fins lucrativos. Pirataria, no meu ponto de vista, é quando você paga ou recebe por material de terceiros. Derrubar essa comunidade foi muito fácil, pois era de fácil acesso. Agora o difícil será derrubar os blogs, torrents, rapidshares e megauploads da vida. O fato é que o download gratuito não vai acabar, pelo contrário, ganha força a cada dia.
Lá fora artistas se mobilizam contra uma proposta de lei que quer tornar crime o ato de baixar músicas na internet. Maiores detalhes no site da Folha.
Ainda é muito complicado definir como comercializar música hoje em dia. Os CDs estão virando itens de colecionador, assim como já são os LPs. Poucas pessoas compram música, eu sou uma delas, mas não conheço muitos como eu. Hoje em dia os artistas precisam se manter com shows e não apenas com vendagens. Nessa quem sai perdendo são as gravadoras que, como já mostrou o Radiohead, tornaram-se dispensáveis. Por isso estão ficando desesperadas e tomando atitudes como este cerco em cima da Discografias, que fica na saudade.
play>> hoje está no mudo
sexta-feira, 13 de março de 2009
O mundo das Kellys
Clarkson
A primeira vencedora do American Idol, em 2002. Sucesso nos EUA, demorou para emplacar mundialmente, o que aconteceu com o mega-hit Because Of You, de 2005. Lançou este ano seu quarto álbum, ultra pop, com a contagiante My Life Would Suck Without You, que quebrou um recorde de largest leap to the top spot na Billboard. Pulou da 97ª posição de estreia para a 1ª na semana seguinte. A capa do single é a melhor! Olha essa boquinha... Wanna suck?

Key
Ela é a feinha arrumadinha. Tem voz de criança, desafinada como uma, mas ao mesmo tempo cativante. Passou a perna no ex Latino em popularidade com Baba, seu primeiro hit, de 2001. Virou musa teen, boneca, peladona na Playboy e todas essas coisas que ídolos popularescos brasileiros viram, inclusive esquecidos. Só faltou filme, que é moda. Hoje procurando bobagens no YouTube, cruzei com esse clip mega tosco e divertidíssimo da música Pegue e Puxe. Parece vídeo caseiro, com Kelly flertando na academia, enquanto treina no leg press, pulley costas (puxe!) e spinning. Me pegue e puxe! Não sai da minha cabeça...
Osbourne
Filha do Ozzy, garota de temperamento explosivo, estourou no reality show da família, gravou dois álbuns e sua relevância no mundo pop ficou lá atrás. Veio de um berço de ouro e se comporta como tal. Claro que pra quem não tem que conviver com o ser, era divertido acompanhar suas crises pela TV. Em seu segundo e fracassado álbum, por ironia, fez um belo trabalho. O primeiro single, One Word, de 2005, é sofisticado, pop e original. E o clip classudo. Onde foi será que ela foi parar?
play>> Kelly Key - Pegue e Puxe
A primeira vencedora do American Idol, em 2002. Sucesso nos EUA, demorou para emplacar mundialmente, o que aconteceu com o mega-hit Because Of You, de 2005. Lançou este ano seu quarto álbum, ultra pop, com a contagiante My Life Would Suck Without You, que quebrou um recorde de largest leap to the top spot na Billboard. Pulou da 97ª posição de estreia para a 1ª na semana seguinte. A capa do single é a melhor! Olha essa boquinha... Wanna suck?

Key
Ela é a feinha arrumadinha. Tem voz de criança, desafinada como uma, mas ao mesmo tempo cativante. Passou a perna no ex Latino em popularidade com Baba, seu primeiro hit, de 2001. Virou musa teen, boneca, peladona na Playboy e todas essas coisas que ídolos popularescos brasileiros viram, inclusive esquecidos. Só faltou filme, que é moda. Hoje procurando bobagens no YouTube, cruzei com esse clip mega tosco e divertidíssimo da música Pegue e Puxe. Parece vídeo caseiro, com Kelly flertando na academia, enquanto treina no leg press, pulley costas (puxe!) e spinning. Me pegue e puxe! Não sai da minha cabeça...
Osbourne
Filha do Ozzy, garota de temperamento explosivo, estourou no reality show da família, gravou dois álbuns e sua relevância no mundo pop ficou lá atrás. Veio de um berço de ouro e se comporta como tal. Claro que pra quem não tem que conviver com o ser, era divertido acompanhar suas crises pela TV. Em seu segundo e fracassado álbum, por ironia, fez um belo trabalho. O primeiro single, One Word, de 2005, é sofisticado, pop e original. E o clip classudo. Onde foi será que ela foi parar?
play>> Kelly Key - Pegue e Puxe
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