sexta-feira, 13 de maio de 2011

Notinhas


Depois de muita especulação de quem ocuparia o lugar de Charlie Sheen em Two and A Half Men, o escolhido foi Ashton Kutcher. O ator, que já foi um dos astros da sitcom That '70s Show, tem uma missão difícil: manter a enorme audiência da comédia mais assistida da América. Antes dele, o ator Hugh Grant entrou em negociações com a CBS e Warner, com salário estimado em 1 milhão de dólares por episódio. Desistiu por divergências criativas e possivelmente pela carga de trabalho, que é intensa na produção de um seriado.


Depois de morta, Carolin Wosnitza (aka Sexy Cora), atriz pornô e ex-Big Brother da Alemanha, causa polêmica com seu túmulo. Considerado sexy demais, a construção tem incomodado os frequentadores do cemitério. Mais um feito da atriz, que em vida tentou bater o recorde mundial de sexo oral em 24 horas. Ela pretendia chupar 200, mas passou mal depois do 75º. Tadinha! Morreu aos 23 anos, após outra tentativa: trocar o silicone dos seios de 750 para 900 ml.




Ontem foi ao ar o primeiro beijo gay numa novela brasileira. A "ousadia" partiu do SBT e sua chocha Amor e Revolução. Protagonizado por Luciana Vendramini e Gisele Tigre, o beijo não foi fraco não, foi longo e bem dado. Um beijaço! Fica o exemplo para outras emissoras. Já a perninha dançando tango é dispensável.




A rede NBC já começou a soltar notícias de sua nova temporada. O piloto do remake de Mulher Maravilha não foi aprovado e a série foi engavetada. Em compensação os retornos de Christina Applegate e Debra Messing foram encomendados. A primeira com a comédia Up All Night (com Will Arnett) e a segunda com Smash, musical com Anjelica Huston, Jack Davenport e produção de Steven Spielberg. Para finalizar, uma grande notícia: o drama familiar Parenthood, um de meus favoritos, foi confirmado para retornar com sua 3ª temporada. O anúncio oficial da grade completa deve acontecer na próxima segunda, dia 16.




play>> Blubell - Chalala

quarta-feira, 20 de abril de 2011

My Rox Experience



Falar de Roxette é falar de adolescência, amigos, de momentos inesquecíveis na minha vida. Virei fã lá em 92, quando eles vieram ao Brasil pela primeira vez, com a Join The Joyride Tour. Naquela época, comprei os 2 CDs disponíveis no Brasil e também o ingresso para a apresentação. Fomos em turma, ficamos lá na frente, do local que hoje conhecemos como Arena Anhembi. Cerca de 40.000 pessoas presentes, no auge de Spending My Time. Quem abriu foi o Supla, que em comum com o Roxette (mais especificamente com a cantora Marie Fredriksson), tinha apenas os cabelos descoloridos. Durante a apresentação dele uma amiga quase desmaiou, e lá fomos nós para o fundão. De lá presenciamos um show inesquecível, do álbum mais clássico da banda, que era lançamento. Cheguei a montar fã-clube, conheci um monte de gente, me diverti a beça. Na época a gente só tinha informações através de jornais e revistas, importadas na sua maioria, e ouvia as músicas só depois que o CD saia, ou o single era lançado nas rádios. Como era bom degustar música!



Em 95, a dupla voltou para shows do álbum Crash! Boom! Bang!. No Olympia, casa menor, logo, melhor para assistir. Cheguei cedo, fiquei na grade. Dessa vez a amiga que quase desmaiou no show anterior, nem foi convidada... melhor prevenir. Show que começa com Sleeping In My Car, não tinha como ser ruim. Inesquecível, indescritível. Marie Fredriksson dominava o palco, olhava no fundo dos olhos da plateia. Já Per Gessle era mais tímido, fixava o olhar lá no fundo. Na saída, os esperamos nos fundos do Olympia, pegamos autógrafos. Eles foram muito simpáticos, sorridentes. Não consegui falar nada além de "thank you". Nervosismo a flor da pele.



Muitos anos se passaram, alguns discos, muitas coletâneas, projetos paralelos, um câncer que quase tirou a vida de Marie, e eles voltaram este ano. Charm School, o último álbum, provou que continuam em forma e ainda mais classic Roxette do que os álbuns anteriores. O mais impressionante é que não somente o álbum, mas também uma extensa turnê mundial foi anunciada. Bom pra nós que ganhamos 5 apresentações no país. Duas aqui em São Paulo.



O Credicard Hall foi o local escolhido para abrigar os shows. Embora bonito, é famoso por ter uma das piores acústicas entre as casas de show de São Paulo. No primeiro show, do dia 14, o som estava abafado e um pouco embolado. Pelo menos foi assim na pista vip. Já no dia 19 o som estava mais claro na pista comum. Ouvimos melhor os vocais, mas também não foi o ideal. O repertório foi o mesmo nos dois dias, exceto por Silver Blue que apareceu no primeiro e deu lugar para Stars no segundo. Marie não está na forma de outrora, mas tem um encanto surpreendente. Percebe-se a garra, a força, o que faz com que cada canção seja uma vitória. Foi lindo e emocionante vê-la cantando Perfect Day e Watercolours In The Rain, ambas do álbum Joyride. Per Gessle, por sua vez, se antes era o cara tímido que olhava para o horizonte, hoje é o entertainer que domina a situação e anima o público. É notável como sua presença de palco cresceu.



Entre tantos momentos, destaca-se o coral do público em It Must Have Been Love e Spending My Time. Não dá para saber o que é mais emocionante: ouvir o coral da plateia, ou ver os rostos de Marie e Per fascinados, observando tudo. Lindo demais! O set list misturou mega hits, músicas novas e sucessos menores, como Opportunity Nox e 7Twenty7. Teve para todos, menos para o álbum Room Service de 2001, que não teve uma música sequer. Pena... mas não se pode ter tudo. O álbum mais presente foi Joyride, com nada menos que 8 músicas. O último single, She's Got Nothing On (But The Radio), tem uma força especial ao vivo, ganha muito e foi um dos pontos altos. Tem tudo para ser um dos clássicos da dupla, do porte de The Look e Joyride. O tempo dirá.



Agora a turnê prossegue, muitos shows pela frente. Histórico, emocionante e, claro, saudosista. O Roxette é muito criticado por ser pop demais, por ter baladas demais. O bom disso é que quem gosta, gosta de verdade, se entrega. Essa turnê veio mostrar que os fãs estavam esperando e estão muito felizes com esse retorno. Vida longa ao Roxette, e que venha o DVD, BD, CD e afins!


Set list dos shows em São Paulo:
1. Dressed for Success
2. Sleeping In My Car
3. The Big L.
4. Wish I Could Fly
5. Only When I Dream
6. She’s Got Nothing On (But the Radio)
7. Perfect Day
8. Things Will Never Be the Same
9. It Must Have Been Love
10. Opportunity Nox
11. 7twenty7
12. Fading Like a Flower (Every Time You Leave)
13. Silver Blue (dia 14) / Stars (dia 19)
14. How Do You Do!
15. Dangerous
16. Joyride

Bis
17. Watercolours in the Rain
18. Spending My Time
19. The Look

Bis 2

20. Way Out
21. Listen to Your Heart
22. Church of Your Heart


play>> Roxette - Staring At The Ground

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Belas peladas


Kaley Cuoco, de The Big Bang Theory


Ashley Tisdale, de Hellcats

Na revista Allure.


play>> Jennifer Lopez featuring Lil Wayne - I'm Into You

Já que hoje é dia do beijo



Um beijo bem gigante de grande pra você!


play>> The Swell Season - In These Arms

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Tem jeito?

É fato que vivemos numa sociedade intolerante. Jair Bolsonaro é um entre milhares. Só nesta semana, basta passear pelas redes sociais, que vemos diversos comentários favoráveis ao sujeito, muitos indo mais além. Já avançamos 11 anos nos anos 2000 e a mentalidade continua neandertal. Ontem assistindo ao programa Adnet Ao Vivo, na MTV, bateu uma tristeza. Comecei a pensar que isso vai ser sempre assim. Vestido com uma camiseta "17% Negro" - afinal todos temos alguma porcentagem negra no sangue - Marcelo Adnet repudiou as ideias racistas e homofóbicas. O tema não foi suavizado, mesmo Adnet sendo conhecido por ser um comediante (o melhor de sua geração, diga-se de passagem). Vários vídeos e depoimentos achados na internet foram exibidos e comentados.



Assustador? Sim. O ódio é assustador. Hoje até mesmo o site da evangélica fake Cleycianne, usou-se de uma irmã gêmea e do dia 1º de abril, para repudiar o preconceito. Glaycianne, a tal gêmea, postou um série de vídeos assustadores (veja aqui) de verdades que estão por aí: na igreja, na televisão, na nossa cara. "Bem que tudo isso poderia ser somente uma brincadeira de mau gosto de primeiro de abril, mas não é!! Hipocrisia é MAIS!". Pois é, não é.



Infelizmente não existe uma solução imediata e, honestamente, não creio ter tempo de vida o suficiente para ver as coisas melhorarem significativamente. O que ameniza um pouco, é saber que boa parte da sociedade - que não está enquadrada nas "minorias" - também está mobilizando-se contra as ideias retrógradas disseminadas esta semana, mas que estão aí há décadas, séculos. Enquanto isso, ainda precisamos de paradas, passeatas, blogs, filmes, novelas, músicas e toda forma de manifestação possível, para plantar na cabeça de todos uma ideia muito simples: igualdade.


play>> Ricky Martin - No Te Miento

terça-feira, 29 de março de 2011

Nightwalker, novo clip de Thiago Pethit

Filmado em um take só, com a atriz Alice Braga dublando a música. O resultado é excelente e remete aos vídeos do álbum Songs From The West Coast, de Elton John, onde Robert Downey, Jr. e Justin Timberlake tomaram o lugar do cantor. Destaque para a divertida dancinha no refrão.

Nightwalker, Thiago Pethit (com Alice Braga)



I Want Love, Elton John (com Robert Downey, Jr.)



This Train Don't Stop There Anymore, Elton John (com Justin Timberlake)




play>> Thiago Pethit - Nightwalker

quinta-feira, 24 de março de 2011

Qual sua Kátia Flávia favorita?



Em 1987, Fausto Fawcett lançou Kátia Flávia, a Godiva do Irajá. A música alcançou um grande sucesso, mesmo sendo bem diferente do que se fazia na época. O clip feito para o Fantástico, contava com Paula Burlamarqui em começo de carreira. Dez anos depois, Fernanda Abreu a regravou, e foi tão ou mais bem sucedida que Fawcett. A versão de Fernanda deu tão certo, que muitos atribuem a canção à cantora.

Como recordar é bom e todo mundo gosta, vamos ver (ou rever) as duas versões da louraça belzebu.

Fausto Fawcett (1987)



Fernanda Abreu (1997)




play>> Fausto Fawcett - Kátia Flávia